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24/10/2010

O cavalo dos sonhos e as sete berinjelas

No Japão, existe um ditado que diz: “Se ama seu filho, deixe que ele viaje”. O imigrante japonês no Brasil conhece bem o sentido dessa frase. Há muitos e muitos anos, numa aldeia rural do Japão, viviam dois inseparáveis amigos. Eisuke era filho do chefe da aldeia, uma família abastada, dona das terras daquela região. Goro era filho de pobres lavradores, que trabalhavam nas terras do pai de Eisuke. Apesar da diferença social e econômica das famílias de ambos, eles viviam sempre juntos, desde quando pequeninos.Certa ocasião, os dois, cansados de viverem dentro dos limites da aldeia, resolveram conhecer outras paragens e ganharam a estrada.Caminhavam alegremente, ora cantando, ora tirando músicas assoprando folhas de bambu esticadas nos lábios. Prosseguiam a viagem despreocupados.Dias depois, na travessia de uma montanha, perderam-se no meio da mata. A noite caiu, e a floresta transformou-se em completa escuridão. Apesar do medo, continuaram caminhando, pois permanecer ali parecia por demais perigoso. De repente, avistaram uma luz no meio da mata. Os dois rumaram apressados em direção à luz, pois devia, com certeza, ser uma casa. Por sorte, era uma hospedaria. Os meninos ficaram aliviados e pediram uma pousada para a velha dona da pensão. Cansados que estavam, Eisuke logo adormeceu. Goro, que nunca tinha dormido numa hospedaria, apesar de exausto, não conseguia pegar no sono. De repente, percebeu que alguém estava abrindo o shoji (parede móvel de papel), então fechou os olhos e fingiu que estava dormindo. De olhos semi-serrados, viu que a dona da pensão olhou para dentro do quarto e, vendo que os dois estavam dormindo, deu uma risada horripilante e se afastou corredor. Goro ficou arrepiado de medo, aquela não era uma situação normal. Da porta corrediça que a velha deixou semi-aberta, Goro podia vê-la na sala no fim do corredor. A velha sentou-se perto do irori (fogareiro), mexeu as cinzas com dois palitos de ferro e acendeu o fogo assoprando as brasas no centro do irori. Em seguida, depositou algumas sementes nas cinzas. Goro não estava entendendo nada do que estava acontecendo.Para a surpresa do menino, as sementes plantadas começaram a brotar e a crescer em segundos. As folhas finas e compridas denunciavam que eram pés de arroz, que incrivelmente começaram a soltar cachos, que ,carregados, fizeram as hastes curvarem. Segundos depois, os cachos pendentes ficaram amarelos e prontos para ser colhidos. A velha colheu o arroz, tirou a casca esfregando-o em uma peneira de bambu e cozinhou-o no fogareiro. Depois, amassou-o num pequeno pilão e fez quatro motis (bolinhos de arroz glutinoso). Goro, que assistiu a tudo, pensou em contar para o amigo, mas, vendo Eisuke roncando, resolveu deixar para o dia seguinte. Cansado, Goro também acabou pegando no sono.No dia seguinte, quando Goro despertou, o sol já estava alto. Olhou para o leito ao lado e viu que Eisuke já havia se levantado. Então, levantou-se depressa e correu para a sala. A dona da hospedaria estava oferecendo os bolinhos para Eisuke. Goro gritou para que ele não comesse aquele moti, porém, era tarde. Eisike havia posto o bolinho na boca e degustou-o com satisfação.
– Nossa, que bolinho gostoso. Quero mais.
– Sim, coma! – disse a dona da pensão.
– Não coma! – gritou Goro.
Mas era tarde. Eisuke botou as mãos sobre a barriga, começou a se contorcer e, por mais incrível que possa parecer, transformou-se num cavalo. Um cavalo bonito, mas diferente de todos os cavalos que o menino tinha visto até então. Um cavalo todo colorido, como se fosse um cavalo de sonhos. Goro ficou paralisado de susto. Compreendeu que a velha dona da pensão era, na verdade, uma Yamanbá (bruxa da montanha), que transforma todos os viajantes que ali se hospedam em cavalos de sonhos. Já havia ouvido qualquer coisa a respeito, mas não acreditou que pudesse ser verdade. No entanto, seu amigo Eisuke era agora um cavalo de sonhos, com colorido impressionantemente belo e maluco.
– É sua vez. Coma os motis, garoto – disse a velha, esticando o prato com dois bolinhos ao garoto.
Goro estava paralisado de medo, mas, numa reação desesperada, derrubou o prato dos bolinhos com a mão e saiu correndo da casa. Correu desesperadamente, sem rumo, até que avistou uma casa de lavrador no vale. Quando Goro abriu os olhos, estava estirado sobre um tatame (esteira de palha) na casa do vale. Um velhinho com barba e cabelos compridos, que aguardava pelo seu despertar, sorriu e disse:
– Vejo que está melhor. Você bateu na minha porta e desmaiou de canseira.
– Estou com sede. Muita sede – disse Goro, percebendo que estava diante de um Sennin (sábio imortal), e que só ele poderia ajudá-lo a salvar seu amigo.
Depois que tomou várias tigelas de água, Goro contou o ocorrido ao bom velhinho e pediu ajuda para salvar seu amigo. O ancião ensinou, então, que o único modo de salvar Eisuke era fazer ele comer sete berinjelas de um mesmo pé.
– Só assim seu amigo voltará a ser humano. Em seguida, o velho fez um mapa ensinando onde o menino poderia encontrar uma grande plantação de berinjelas e como chegar de volta à casa da Yamanbá. Assim, Goro, agradecendo ao velhinho, seguiu o que indicava o mapa.
A plantação de berinjela era enorme. Goro saiu contando pé por pé quantas berinjelas tinha cada um. Depois de várias horas, finalmente achou um pé com as sete berinjelas. Então, arrancou o arbusto e foi em direção à casa da Yamanbá. O cavalo estava amarrado em uma árvore ao lado da “hospedaria”. Goro aproximou-se sorrateiramente, desamarrou a corda e disse:
– Eisuke, escute, sou eu, Goro.
O cavalo olhou-o como se reconhecesse o amigo e balançou a cabeça no sentido vertical.
– Olha, você tem que comer estas sete berinjelas. Assim que as comer, o encanto se quebrará, e você voltará a ser gente – o cavalo fez movimento horizontal com a cabeça, como quem desaprova a idéia.
– Puxa, agora lembrei que você não gosta de berinjelas. Sua mãe vive dizendo para você comer berinjelas, mas você as detesta. Só que, desta vez, você vai ter de comer as sete, se não quiser continuar cavalo para o resto da vida. Essas berinjelas foram sugeridas por um Sennin, não tem erro.
Assim, fazendo cara de poucos amigos, o cavalo começou a comer as berinjelas. Depois, ao digerir a última, como num passe de mágica, voltou a ser Eisuke. Os dois se abraçaram de alegria e trataram de fugir do local o mais rápido possível. De volta à aldeia, cada um foi para sua casa e, durante bom tempo, tiveram histórias para contar. Anos depois, tornaram-se sócios em plantação de berinjelas e continuaram bons amigos para sempre.

Copmo pessoas comuns se tornam extraordinárias?

Datas Comemorativas do dia 25/05

  • Dia da Aviação Comercial (comemorado no Japão);
  • Dia da Constituição (comemorado na Lituânia, em memória à Carta Magna Lituana de 1992);
  • Dia da Construção Civil (comemorado no Brasil desde 2000, em louvor a Frei Galvão, tido como patrono da Construção civil brasileira);
  • Dia da Democracia (comemorado por brasileiros, para marcar a data da morte do jornalista brasileiro, Vladimir Herzog, eliminado durante uma sessão de torturas no prédio então utilizado pelo DOI-CODI [Destacamento de Operações Internas-Comando Operacional de Informações] do II Exército na cidade brasileira de São Paulo-SP, cujo acontecimento tido como o ponto de partida para a retomada do processo democrático brasileiro, por provocar a 1ª reação popular contra a tortura, as prisões arbitrárias e o desrespeito aos direitos humanos, perpetrados durante a ditadura dos anos 1960/1970 no Brasil);
  • Dia da Fonte dos Desejos (comemorado na Islândia);
  • Dia da proclamação da república (comemorado no Cazaquistão [República do Cazaquistão], para marcar a data da declaração feita contra a ex-URSS [União das Repúblicas Socialistas Soviéticas] em 25/10/1990 e obtida em 16/12/1991);
  • Dia da Saúde Dentária (comemorado no Brasil, conforme Lei Nº 3504 de 24/12/1958, para marcar a data da assinatura do Decreto Nº 9311 de 1884, que criou os primeiros cursos de graduação de Odontologia do Brasil, autorizados a funcionar nos Estados brasileiros do Rio de Janeiro e Bahia);
  • Dia de Ação de graças (comemorado em Granada, para marcar a data do início da Invasão de Granada durante a "Operação Fúria Urgente" promovida a partir de 25/10/1983, por Estados Unidos da América, Força de Paz do Caribe Oriental e outros países da região, contra Cuba, apoiada pela URSS [União das Repúblicas Socialistas Soviéticas], num conflito que perduraria por quase 2 meses, durante a "Guerra Fria");
  • Dia de Betterave [Beterraba] (4º dia do mês de Brumário no "Calendário Revolucionário Francês");
  • Dia do Azedume ou "Sourest Day" (comemorado nos Estados Unidos da América);
  • Dia do Construtor Civil (comemorado no Brasil desde 2000, em louvor a Frei Galvão, tido como patrono da Construção civil brasileira);
  • Dia do Dentista Brasileiro (comemorado no Brasil, conforme Lei Nº 4.504 de 1958, atendendo proposta do Conselho Federal de Odontologia, para marcar a data da assinatura do Decreto Nº 9311 de 1884, que criou os primeiros cursos de graduação de Odontologia do Brasil, autorizados a funcionar nos Estados brasileiros do Rio de Janeiro e Bahia);
  • Dia do Empregado no Turismo (comemorado no Estado brasileiro do Rio de Janeiro, conforme Lei Nº 112 de 10/01/1977);
  • Dia do Exército (comemorado na Romênia como um presente no aniversário do Rei romeno, Miguel I, que veio ao mundo em 25/10/1921);
  • Dia do Floricultor (comemorado no Estado brasileiro do Rio de Janeiro, conforme Lei Nº 914 de 19/11/1985);
  • Dia do Início da Semana de Qualidade de Vida (comemorada em Porto Rico);
  • Dia do início da Semana Estadual de Promoção da Saúde Bucal (comemoração móvel do Estado brasileiro do Rio Grande do Sul, conforme Lei Nº 11.717 de 02/01/2002: última semana de outubro);
  • Dia do País Basco (comemorado na Espanha, para marcar a data da aprovação do "Estatuto de Autonomia do País Basco" ou ainda, "Estatuto de Guernica ou Gernika", ocorrida em 1979);
  • Dia do Retrocesso (comemorado em Taiwan e Penghu, para marcar a data da retirada do Japão do território taiwanês e devolução da ilha aos chineses em 25/10/1945, dando início a reincorporação que ficaria vigente até 1949, após a rendição japonesa na 2ª Guerra Mundial, que pôs fim a mais de 50 anos de ocupação, instaurada desde a assinatura do "Tratado de Shimonoseki" em 1884);
  • Dia do Sapateiro (comemorado em louvor aos irmãos, são Crispim e São Crispiniano, tidos na conta de padroeiros dos Sapateiros);
  • Dia Estadual da Mobilização para o Registro Civil de Nascimento (comemorado no Estado brasileiro de São paulo, conforme Lei Nº 13.921 de 07/01/2010);
  • dia Estadual do Cirurgião Dentista (comemorado no Estado brasileiro de São Paulo, conforme Lei Nº 8.946 de 29/09/1994, alterada pela Lei n° 13.019 de 21/05/2008);
  • Dia Estadual Frei Galvão (comemorado no Estado brasileiro de São Paulo, conforme Lei Nº 12.904 de 08/04/2008);
  • Dia Europeu da Justiça Civil (estabelecido pela União Europeia e Conselho da Europa em 5/06/2003, para familiarizar os cidadãos europeus com a a Justiça Civil, buscando mostrar o sistema judicial ao público, e esclarecer sobre os direitos dos cidadãos e os meios de acesso à esses direitos);
  • Dia Internacional das Bibliotecas Escolares (comemoração móvel proclamada pela então presidente da IASL [International Association of School Librarianship], Blanche Wools, em 1999 e confirmado por seu sucessor no cargo, Peter Genco, em 2005, que hoje é celebrado praticamente durante todo o mês: 4ª segunda-feira de outubro);
  • Dia Mundial do Caratê (instituído para todos os estilos de Caratê do mundo, pela Assembléia realizada na cidade japonesa de Okinawa, que atendeu um pedido da OKW [Okinawa Karate Mundial], na presença do governador de Naha, Keichi Inamine, e do Secretário da Assembléia de Okinawa, Seizen Hokama, para uma comemoração apoiada por Okinawa Karate do Renmei, Okinawa Ken Karate do Renmei, Okinawa Karate Kobudo Renmei e Okinawa Ken Karate do Rengokai);
  • dia Mundial do Macarrão ou "World Pasta Day" (instituído durante o "1º congresso Mundial de Massas" ou "1º World Pasta Congress", que reuniu os principais fabricantes de massas do mundo, em 25/10/1995 na cidade italiana de Roma, com possível ratificação no Brasil, pelo Projeto de Lei Nº 3738 de 2004);
  • Dia Nacional da Construção Social (comemorado no Brasil e promovido pelo Sinduscon [Sindicato da Construção Civil]);
  • Dia Nacional da Saúde Bucal (comemorado no Brasil, conforme Lei Nº 10.465 de 27/05/2002, para marcar a data da assinatura do Decreto Nº 9311 de 1884, que criou os primeiros cursos de graduação de Odontologia do Brasil, autorizados a funcionar nos Estados brasileiros do Rio de Janeiro e Bahia).

Dia do Halloween (31/10)

Dia do Saci (31 de outubro)

Quem é o saci 
O Saci-Pererê é um dos personagens mais conhecidos do folclore brasileiro. Possuí até um dia em sua homenagem: 31 de outubro. Provavelmente, surgiu entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda durante o período colonial (possivelmente no final do século XVIII). Nesta época, era representado por um menino indígena de cor morena e com um rabo, que vivia aprontando travessuras na floresta.
Porém, ao migrar para o norte do país, o mito e o personagem sofreram modificações ao receberem influências da cultura africana. O Saci transformou-se num  jovem negro com apenas uma perna, pois, de acordo com o mito, havia perdido a outra numa luta de capoeira. Passou a ser representado usando um gorro vermelho e um cachimbo, típico da cultura africana. Até os dias atuais ele é representado desta forma. 
O comportamento é a marca registrada deste personagem folclórico. Muito divertido e brincalhão, o saci passa todo tempo aprontando travessuras na matas e nas casas. Assusta viajantes, esconde objetos domésticos, emite ruídos, assusta cavalos e bois no pasto etc. Apesar das brincadeiras, não pratica atitudes com o objetivo de prejudicar alguém ou fazer o mal. 
Diz o mito que ele se desloca dentro de redemoinhos de vento, e para captura-lo é necessário jogar uma peneira sobre ele. Após o feito, deve-se tirar o gorro e prender o saci dentro de uma garrafa. Somente desta forma ele irá obedecer seu “proprietário”. 
Mas, de acordo com o mito, o saci não é voltado apenas para brincadeiras. Ele é um importante conhecedor das ervas da floresta, da fabricação de chás e medicamentos feitos com plantas. Ele controla e guarda os segredos e todos estes conhecimentos. Aqueles que penetram nas florestas em busca destas ervas, devem, de acordo com a mitologia, pedir sua autorização. Caso contrário, se transformará em mais uma vítima de suas travessuras. 
A crença neste personagem ainda é muito forte na região interior do Brasil. Em volta das fogueiras, os mais velhos contam suas experiências com o saci aos mais novos. Através da cultura oral, o mito vai se perpetuando. Porém, o personagem chegou aos grandes centros urbanos através da literatura, da televisão e das histórias em quadrinhos.  
Quem primeiro retratou o personagem, de forma brilhante na literatura infantil, foi o escritor Monteiro Lobato. Nas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o saci aparece constantemente. Ele vive aprontando com os personagens do sítio. A lenda se espalhou por todo o Brasil quando as histórias de Monteiro Lobato ganharam as telas da televisão, transformando-se em seriado, transmitido nas décadas de 1970-80. O saci também aparece em várias momentos das histórias em quadrinhos do personagem Chico Bento, de Maurício de Souza.
Dia do Saci
Com o objetivo de diminuir a importância da comemoração do Halloween no Brasil, foi criado em caráter nacional, em 2005, o Dia do Saci ( 31 de outubro). Uma forma de valorizar mais o folclore nacional, diminuíndo a influência do cultura norte-americana em nosso país. 

Dia do Saci-Pererê

Semana do Halloween

Introdução
O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
História do Dia das Bruxas
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Símbolos e Tradições

Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.

Halloween no Brasil

No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.
Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.
Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).