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22/03/2011
20/03/2011
Carol Rocha e Cristiane Gercina
Clipping Educacional - do Agora
A Secretaria de Estado da Educação deverá divulgar hoje, além do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), a média geral do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Os indicadores são utilizados para o pagamento do Bônus da Educação.
Porém, a lista com o Idesp individual de cada escola deverá sair só a partir da semana que vem. Somente aí será possível saber quais unidades atingiram a média e quais servidores receberão o bônus.
As regras para o pagamento são as mesmas de 2010, segundo a Educação. O benefício é pago a todos os servidores ativos da área --os aposentados não têm direito.
Fonte: http://www.agora.uol.com.br
A Secretaria de Estado da Educação deverá divulgar hoje, além do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), a média geral do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo). Os indicadores são utilizados para o pagamento do Bônus da Educação.
Porém, a lista com o Idesp individual de cada escola deverá sair só a partir da semana que vem. Somente aí será possível saber quais unidades atingiram a média e quais servidores receberão o bônus.
As regras para o pagamento são as mesmas de 2010, segundo a Educação. O benefício é pago a todos os servidores ativos da área --os aposentados não têm direito.
Fonte: http://www.agora.uol.com.br
As prioridades do ensino
Clipping Educacional - O Estado de S.Paulo
O governo federal decidiu aumentar os recursos repassados aos municípios para a construção de creches e incluiu o ProInfância na segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento - o chamado PAC 2 - com critérios mais flexíveis. Os novos repasses começarão a ser efetuados ainda este mês e beneficiarão 471 prefeituras. O desembolso está estimado em R$ 1 bilhão e o dinheiro será utilizado na construção de 856 creches.
Só em 2011 o Ministério da Educação (MEC) pretende construir 1,5 mil creches. Até 2014, o PAC 2 prevê o desembolso de R$ 7,6 bilhões para a criação de 6 mil novas unidades de educação infantil, com um total de 1,5 milhão de vagas. Segundo o MEC, essa política ajudará a reduzir o déficit de 10 milhões de matrículas em creches em todo o País.
Psicólogos e pedagogos sustentam, há muito tempo, que os investimentos na educação de crianças e jovens são decisivos para a qualidade de sua formação. Em artigo publicado na revista Veja, o educador Gustavo Iochpe cita estudos que mostram que os alunos que cursaram pré-escola tendem a gostar de estudar, são menos propensos a abandonar os estudos e têm melhor desempenho em todos os ciclos de ensino e maior probabilidade de completar o ensino superior. Uma vez formados, têm, em média, um salário 16% mais alto do que os alunos que não cursaram a pré-escola. Iochpe afirma ainda que os alunos que fizeram o pré-escola são os que têm melhor classificação em exames padronizados - como os do Sistema de Avaliação da Educação Básica.
Nos últimos anos, porém, alguns especialistas passaram a advertir para o risco de se investir excessivamente em creches e pré-escola, em detrimento dos investimentos na modernização do ensino fundamental. Segundo Iochpe, esses especialistas consideram as creches úteis, mas entendem que elas não são indispensáveis para o sucesso do sistema educacional como um todo. Como os recursos para a educação são escassos, esses especialistas recomendam que a prioridade seja dada ao ensino fundamental, especialmente nas séries em que as crianças começam a ser alfabetizadas.
Relatórios de organismos multilaterais - como os do Banco Mundial e da OCDE - mostram que essa é a estratégia prevalecente nos países desenvolvidos e em muitos países em desenvolvimento. A Finlândia, que tem um excelente sistema educacional, só tem 32% das crianças na pré-escola, mas universalizou o ensino básico. O mesmo ocorre na Coreia do Sul e na China.
Por isso, não deve passar despercebida a advertência feita por Iochpe, de que o Brasil está correndo o risco de perder o foco de sua política educacional, uma vez que vem gastando muito dinheiro com creches sem, contudo, investir na melhoria do ensino fundamental, cuja qualidade continua abaixo dos padrões necessários a uma economia competitiva. Segundo ele, a expansão da pré-escola está sendo estimulada por políticos, que tentam extrair dividendos eleitorais com a inauguração desenfreada de creches.
"Precisamos fugir da armadilha da expansão do ensino para o nível infantil. É preciso priorizar o que é mais importante e dá maior retorno. Temos uma urgente batalha: alfabetizar 100% de nossas crianças até a 2.ª série. Sem isso, não há como se erguer o edifício do conhecimento. Apesar de todos os progressos na pré-escola, nossos alunos continuam chegando à 4.ª série sem saber ler e escrever. Se perdermos o foco e deixarmos que as atenções se voltem para a tenra infância, perderemos a batalha. Os ganhos com a eliminação do analfabetismo são maiores do que os oriundos da universalização da pré-escola", diz Iochpe em seu artigo, que, por ironia, foi publicado às vésperas de o MEC anunciar seus planos para ampliar o programa de creches.
O Brasil venceu o desafio da expansão de matrículas para atender à demanda do ensino fundamental, na década passada, mas até agora não conseguiu enfrentar o desafio da melhoria de qualidade. É hora de o MEC definir prioridades e racionalizar a aplicação de recursos escassos, investindo não no que interessa a políticos, mas no que interessa a toda a sociedade.
fonte: http://www.estadao.com.br
O governo federal decidiu aumentar os recursos repassados aos municípios para a construção de creches e incluiu o ProInfância na segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento - o chamado PAC 2 - com critérios mais flexíveis. Os novos repasses começarão a ser efetuados ainda este mês e beneficiarão 471 prefeituras. O desembolso está estimado em R$ 1 bilhão e o dinheiro será utilizado na construção de 856 creches.
Só em 2011 o Ministério da Educação (MEC) pretende construir 1,5 mil creches. Até 2014, o PAC 2 prevê o desembolso de R$ 7,6 bilhões para a criação de 6 mil novas unidades de educação infantil, com um total de 1,5 milhão de vagas. Segundo o MEC, essa política ajudará a reduzir o déficit de 10 milhões de matrículas em creches em todo o País.
Psicólogos e pedagogos sustentam, há muito tempo, que os investimentos na educação de crianças e jovens são decisivos para a qualidade de sua formação. Em artigo publicado na revista Veja, o educador Gustavo Iochpe cita estudos que mostram que os alunos que cursaram pré-escola tendem a gostar de estudar, são menos propensos a abandonar os estudos e têm melhor desempenho em todos os ciclos de ensino e maior probabilidade de completar o ensino superior. Uma vez formados, têm, em média, um salário 16% mais alto do que os alunos que não cursaram a pré-escola. Iochpe afirma ainda que os alunos que fizeram o pré-escola são os que têm melhor classificação em exames padronizados - como os do Sistema de Avaliação da Educação Básica.
Nos últimos anos, porém, alguns especialistas passaram a advertir para o risco de se investir excessivamente em creches e pré-escola, em detrimento dos investimentos na modernização do ensino fundamental. Segundo Iochpe, esses especialistas consideram as creches úteis, mas entendem que elas não são indispensáveis para o sucesso do sistema educacional como um todo. Como os recursos para a educação são escassos, esses especialistas recomendam que a prioridade seja dada ao ensino fundamental, especialmente nas séries em que as crianças começam a ser alfabetizadas.
Relatórios de organismos multilaterais - como os do Banco Mundial e da OCDE - mostram que essa é a estratégia prevalecente nos países desenvolvidos e em muitos países em desenvolvimento. A Finlândia, que tem um excelente sistema educacional, só tem 32% das crianças na pré-escola, mas universalizou o ensino básico. O mesmo ocorre na Coreia do Sul e na China.
Por isso, não deve passar despercebida a advertência feita por Iochpe, de que o Brasil está correndo o risco de perder o foco de sua política educacional, uma vez que vem gastando muito dinheiro com creches sem, contudo, investir na melhoria do ensino fundamental, cuja qualidade continua abaixo dos padrões necessários a uma economia competitiva. Segundo ele, a expansão da pré-escola está sendo estimulada por políticos, que tentam extrair dividendos eleitorais com a inauguração desenfreada de creches.
"Precisamos fugir da armadilha da expansão do ensino para o nível infantil. É preciso priorizar o que é mais importante e dá maior retorno. Temos uma urgente batalha: alfabetizar 100% de nossas crianças até a 2.ª série. Sem isso, não há como se erguer o edifício do conhecimento. Apesar de todos os progressos na pré-escola, nossos alunos continuam chegando à 4.ª série sem saber ler e escrever. Se perdermos o foco e deixarmos que as atenções se voltem para a tenra infância, perderemos a batalha. Os ganhos com a eliminação do analfabetismo são maiores do que os oriundos da universalização da pré-escola", diz Iochpe em seu artigo, que, por ironia, foi publicado às vésperas de o MEC anunciar seus planos para ampliar o programa de creches.
O Brasil venceu o desafio da expansão de matrículas para atender à demanda do ensino fundamental, na década passada, mas até agora não conseguiu enfrentar o desafio da melhoria de qualidade. É hora de o MEC definir prioridades e racionalizar a aplicação de recursos escassos, investindo não no que interessa a políticos, mas no que interessa a toda a sociedade.
fonte: http://www.estadao.com.br
14/03/2011
SP terá proposta de reformulação do ensino médio
Cinthia Rodrigues,
Clipping Educacional - iG São Paulo
SP terá proposta de reformulação do ensino médio
Secretário de Educação disse que principal ideia é integrar etapa de ensino ao curso técnico e quer ouvir outras da rede
São Paulo deverá apresentar nos próximos meses proposta de reformulação do ensino médio com aumento da integração com cursos técnicos. A informação foi dada pelo secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, que falou no tema pela primeira vez nesta sexta, em Ribeirão Preto, após reunião com professores e gestores da rede estadual para debater propostas de mudança.
Desde o início do ano, a Secretaria de Educação tem debatido com funcionários mudanças no sistema de ensino paulista. A proposta é ter um documento com novas diretrizes no final do semestre para que comece a ser implantado em 2012. A reunião deste dia 11 foi a primeira em que se falou em ensino médio.
De acordo com Voorwald, até o momento, a principal proposta é oferecer um ensino médio de quatro anos em que há um curso técnico integrado. Questionado se poderia haver cursos em período integral para garantir a integração, ele disse que é a ideia é nova, mas também poderia ser avaliada.
O ensino médio passa por reformulação em todo o País e o Conselho Nacional de Educação (CNE) vai apresentar uma proposta de diretriz aos secretários estaduais em reunião em Brasília agendada para os próximos dias 30 e 31. O relator da comissão com as propostas iniciais, José Fernandes de Lima, e pedem ênfase nas disciplinas ligadas a trabalho, cultura e ciências.
Voorwald assumiu a secretaria com o novo governo Alckmin, deixando o cargo de reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e tendo como principal bandeira o diálogo com os docentes. Desde o mês passado, ele já visitou seis regionais para ouvir quais são os problemas apontados por professores e gestores e ainda visitará outras nove até o final do semestre.
As discussões têm avançado principalmente no sentido de rever os ciclos da progressão continuada. Atualmente, os alunos só podem ser reprovados ao final do 5º e do 9º ano do ensino fundamental o que deve mudar para, pelo menos, três vezes.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
SP terá proposta de reformulação do ensino médio
Secretário de Educação disse que principal ideia é integrar etapa de ensino ao curso técnico e quer ouvir outras da rede
São Paulo deverá apresentar nos próximos meses proposta de reformulação do ensino médio com aumento da integração com cursos técnicos. A informação foi dada pelo secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, que falou no tema pela primeira vez nesta sexta, em Ribeirão Preto, após reunião com professores e gestores da rede estadual para debater propostas de mudança.
Desde o início do ano, a Secretaria de Educação tem debatido com funcionários mudanças no sistema de ensino paulista. A proposta é ter um documento com novas diretrizes no final do semestre para que comece a ser implantado em 2012. A reunião deste dia 11 foi a primeira em que se falou em ensino médio.
De acordo com Voorwald, até o momento, a principal proposta é oferecer um ensino médio de quatro anos em que há um curso técnico integrado. Questionado se poderia haver cursos em período integral para garantir a integração, ele disse que é a ideia é nova, mas também poderia ser avaliada.
O ensino médio passa por reformulação em todo o País e o Conselho Nacional de Educação (CNE) vai apresentar uma proposta de diretriz aos secretários estaduais em reunião em Brasília agendada para os próximos dias 30 e 31. O relator da comissão com as propostas iniciais, José Fernandes de Lima, e pedem ênfase nas disciplinas ligadas a trabalho, cultura e ciências.
Voorwald assumiu a secretaria com o novo governo Alckmin, deixando o cargo de reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e tendo como principal bandeira o diálogo com os docentes. Desde o mês passado, ele já visitou seis regionais para ouvir quais são os problemas apontados por professores e gestores e ainda visitará outras nove até o final do semestre.
As discussões têm avançado principalmente no sentido de rever os ciclos da progressão continuada. Atualmente, os alunos só podem ser reprovados ao final do 5º e do 9º ano do ensino fundamental o que deve mudar para, pelo menos, três vezes.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
Voorwald: progressão é rediscutida, mas não será extinta
Clipping Educacional – Agencia Estado
Ribeirão Preto - O secretário estadual da Educação de São Paulo, Herman Voorwald, disse hoje, em Ribeirão Preto, que a extinção da progressão continuada na rede está totalmente descartada. "Essa é a grande questão-chave, que a própria rede coloca, não no sentido de eliminá-la, mas de rediscuti-la sob a ótica de torná-la eficiente e viabilizar que os estudantes saiam efetivamente alfabetizados e com o conteúdo aprendido durante a sua formação", disse.
Segundo ele, são discutidas ainda com os profissionais da educação propostas de mudanças do atual ciclo de avaliação do ensino fundamental, uma nova política salarial e o Ensino Médio Integrado (aumentaria de três para quatro anos, dando ao estudante a possibilidade de optar por um curso técnico profissionalizante simultâneo).
Voorwald e seu secretário-adjunto João Cardoso Palma Filho participaram hoje na cidade do interior paulista da sexta reunião com professores e profissionais da rede de ensino do Estado, debatendo as propostas de reorganização da educação. Ao todo, eles farão o encontro nos 15 pólos do Estado, dialogando com a categoria, formada por cerca de 5,3 mil escolas.
Voorwald informou que a secretaria preparou um documento, intitulado 'Por Uma Educação de Qualidade', passado às escolas, que respondem sobre a progressão continuada. A meta não é encerrar o que está acontecendo, mas construir a nova proposta. A secretaria propõe a mudança dos atuais dois ciclos de avaliação, que é de 5 e 4 anos (na prática, no quinto e no nono ano), para um de três, ou seja, 3, 2 e 4 anos. "Nossa proposta é consolidada na garantia da recuperação logo", avisa o secretário.
Porém, nas reuniões de trabalho dos polos, surgiu outra alternativa: um quarto ciclo de avaliação (3, 2, 2 e 2). "Qualquer que seja o número de ciclos, o mais importante é que o estudante aprenda", disse Voorwald, citando que nenhum pólo falou em extinção, mas em melhoria da progressão continuada. A definição só valerá a partir de 2012.
Fonte: http://educacao.uol.com.br
11/03/2011
Servidor público nascido em março deve se recadastrar
Clipping Educacional - Secretaria de Gestão Pública
Objetivo do recadastramento é manter os dados dos servidores atualizados para planejar o seu perfil futuro
Os servidores públicos estaduais da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações, nascidos em março, devem fazer o recadastramento 2011 até o final deste mês. A atualização cadastral é obrigatória e deve ser feita durante o mês de aniversário do servidor público. A medida engloba também os servidores e militares afastados e licenciados.O procedimento é realizado pelo site da Secretaria de Gestão Pública, no endereço www.gestaopublica.sp.gov.br, ou por formulários disponíveis nas unidades de Recursos Humanos dos órgãos. Quem não fizer o recadastramento, terá o salário suspenso e só voltará a receber depois que a situação for regularizada pelo RH. O objetivo do recadastramento é manter os dados dos servidores atualizados para planejar o seu perfil futuro. Realizado pela primeira vez entre fevereiro e maio de 2007, o recadastramento tornou-se anual em fevereiro do ano seguinte, por meio do decreto nº 52.691. Alterações É importante que o servidor mantenha seu cadastro sempre atualizado. Por isso, não é preciso esperar o mês de aniversário para informar mudança de endereço, estado civil, ou prestar outras informações. Também pelo site da Secretaria de Gestão Pública ou nas unidades de RH, é possível fazer alterações de dados. No entanto, este procedimento não desobriga o servidor a realizar o recadastramento obrigatório no mês do aniversário.Serviço Período do recadastramento: de janeiro a dezembro de 2011Quando: no mês de aniversário do servidor públicoComo: pela Internet, no site da Secretaria de Gestão Pública, no endereço: www.gestaopublica.sp.gov.br, ou pelo preenchimento de formulário no RH dos órgãos.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/
Objetivo do recadastramento é manter os dados dos servidores atualizados para planejar o seu perfil futuro
Os servidores públicos estaduais da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações, nascidos em março, devem fazer o recadastramento 2011 até o final deste mês. A atualização cadastral é obrigatória e deve ser feita durante o mês de aniversário do servidor público. A medida engloba também os servidores e militares afastados e licenciados.O procedimento é realizado pelo site da Secretaria de Gestão Pública, no endereço www.gestaopublica.sp.gov.br, ou por formulários disponíveis nas unidades de Recursos Humanos dos órgãos. Quem não fizer o recadastramento, terá o salário suspenso e só voltará a receber depois que a situação for regularizada pelo RH. O objetivo do recadastramento é manter os dados dos servidores atualizados para planejar o seu perfil futuro. Realizado pela primeira vez entre fevereiro e maio de 2007, o recadastramento tornou-se anual em fevereiro do ano seguinte, por meio do decreto nº 52.691. Alterações É importante que o servidor mantenha seu cadastro sempre atualizado. Por isso, não é preciso esperar o mês de aniversário para informar mudança de endereço, estado civil, ou prestar outras informações. Também pelo site da Secretaria de Gestão Pública ou nas unidades de RH, é possível fazer alterações de dados. No entanto, este procedimento não desobriga o servidor a realizar o recadastramento obrigatório no mês do aniversário.Serviço Período do recadastramento: de janeiro a dezembro de 2011Quando: no mês de aniversário do servidor públicoComo: pela Internet, no site da Secretaria de Gestão Pública, no endereço: www.gestaopublica.sp.gov.br, ou pelo preenchimento de formulário no RH dos órgãos.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/
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